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quinta-feira, 22 de março de 2012

Lembrete!


Os que se dizem espíritas, não é o Espiritismo!

Por vezes nos afastamos desse sacrossanto caminho pela forma deturpada e preconceituosa de alguns interpretarem seus divinos postulados...

Penso que kardec quis dizer isso ao nos falar da necessidade de nos instruirmos...

Jesus é amor!

Os Espíritos amigos, representantes d'Ele par nós!

Amemos e estudemos!!

Lembremos: " espiritas, amai-vos, intrui-vos! (Allan Kardec)


Pensemos nisso!



Márcio Alves (médium)

domingo, 5 de fevereiro de 2012

A Música e o Espiritismo

Mensagem de Rossini 

“A influência da música sobre a alma, sobre o seu progresso moral, é reconhecida por todo o mundo; mas a razão dessa influência é geralmente ignorada. Sua razão está inteiramente neste fato: que a harmonia coloca a alma sob a força de um sentimento que a desmaterializa. Este sentimento existe em um certo grau, mas onde esquece, por um instante, os grosseiros prazeres que prefere à divina harmonia.”

“Oh! Sim, o Espiritismo terá influência sobre a música! Como isso seria de outro modo? Seu advento mudará a arte, depurando-a. Sua fonte é divina, sua força a conduzirá por toda a parte onde haja homens para a amar, para se elevar e para compreender. Tornar-se-á o ideal a e objetivo dos artistas. Pintores, escultores, compositores, poetas, pedir-lhe-ão as suas inspirações, e ele as fornecerá, por é rico, é inesgotável. O Espírito do maestro Rossini, numa nova existência, retornará para continuar a arte que considera como a primeira de todas; o Espiritismo será o seu símbolo e o inspirador de suas composições”. Rossini.

(Rossini – Obras Póstumas – A Música Espírita) 

A Música em o Livro dos Espíritos 

“- Queres falar de vossa música? 

O que é ela diante da música celeste? Desta harmonia que nada sobre a Terra pode vos dar uma idéia? Uma é para a outra o que o canto do selvagem é para a suave melodia. Entretanto, os Espíritos vulgares podem experimentar um certo prazer em ouvir a vossa música, porque não são ainda capazes de compreender outra mais sublime. A música tem para os Espíritos encantos infinitos, em razão de suas qualidades sensitivas muito desenvolvidas. Refiro-me à música celeste, que é tudo o que a imaginação espiritual pode conceber de mais belo e de mais suave.”

(O Livro dos Espíritos – questão 251) 

Música e Educação 

O ritmo está presente na criança a partir de seu próprio organismo: o compasso das batidas do coração, o ritmo compassado do andar, o balançar dos braços, a seqüência interminável do dia e da noite, os horários das refeições, do descanso, tudo à sua volta fala que o universo está envolvido em ritmo harmonioso.

A criança pequena não aprende por conceitos abstratos que falam ao cérebro, mas está mais aberta ao ritmo e ao sentimento que a música transmite. O ritmo e a harmonia da música auxiliam a sua harmonização interior. Assim, letras simples e objetivas, em ritmo harmonioso alcançarão o coração infantil de forma adequada.

O elemento melódico da música, em harmonia com o ritmo, embala a própria alma, ativando os movimentos interiores do Espírito. A arte melódica-harmônica-rítmica da música atinge as profundezas da alma, transportando o ser espiritual para as esferas superiores da vida, através da inspiração superior, atingindo as vibrações do mundo espiritual elevado e nobre.

A música representa elevada interação vertical com as esferas espirituais. Mediante essa vivência, em nível espiritual, o sentir e o querer se harmonizam, aprimorando o sentimento e o lado moral da vida.

Música, vibração e sintonia

A música é vibração e pode estimular o Espírito, provando sensações de nível superior, permitindo vibrarmos em sintonia com esse algo superior, despertando a essência Divina que dorme em cada um de nós. Ao vibrar, sintonizamos com vibrações sutis que pululam no Universo. Podemos sentir vibrações que, por outros meios não sentiríamos, emoções novas brotam na alma, levando o Espírito a querer evoluir. A música representa, pois, elevada interação vertical com as esferas superiores da vida universal.

Fonte: http://www.pedagogiaespirita.org/

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Drogas: Fonte de Prazer ou Sofrimento?

Por F. Altamir da Cunha 

Um dos temas mais interessantes da atualidade é, sem sombra de dúvida, aquele que se relaciona com uso de drogas. Estudar e avaliar seus efeitos nas esferas biopsíquica, social e espiritual, constitui-se ação impostergável.

É bastante fazermos uma retrospectiva na história da humanidade, para constatarmos, que o uso de drogas não é um problema de agora. Na bíblia é relatada a história de uma das primeiras vítimas: "E começou Noé a cultivar a terra e plantou uma vinha. Bebeu do vinho e embriagou-se; e achava-se nu dentro da sua tenda" (Gênesis 9, 20-21).

Nas civilizações antigas mascavam-se determinadas folhas, para se obter energia e disposição, a fim de vencer as intempéries e os perigos. Na Índia e no Egito eram conhecidos os efeitos das drogas para provocar a liberação parcial do espírito (desdobramento); através desse fenômeno comunicavam-se com os desencarnados, os quais eram interpretados como deuses. Cristóvão Colombo, quando esteve nas Américas, fez menção a respeito dos índios, habitantes daquelas terras que, através de um canudo de determinada planta, inalavam uma substância, que os tornava excitados.

Portanto, registros sobre o uso e conhecimento dos efeitos das drogas, sempre estiveram presentes na história da humanidade.

Na atualidade, no entanto, os reflexos nocivos do uso abusivo de drogas alcançaram vários setores da sociedade, onerando as finanças públicas, desestruturando famílias, causando sofrimento e morte.

Ante as repetidas notícias, através da mídia, destacando a insensibilidade dos traficantes e o sofrimento dos escravos do vício, os demais cidadãos angustiados questionam: Até quando?...

Todo sofrimento tem um termo, mas somente acontecerá quando forem eliminadas as suas causas. Existem traficantes porque existem pessoas imaturas que, acovardadas ante os desafios da vida ou movidas por curiosidade, iniciam-se no uso de substâncias de efeito tóxico e delas tornam-se escravas. Não acreditam nas possibilidades que lhe são inerentes e que seriam suficientes para torná-las vencedoras.

Quanto à legalidade, existem as drogas lícitas e as ilícitas. Entre as consideradas legais ou licitas, nós poderíamos incluir o cigarro e as bebidas alcoólicas.

O cigarro, que há tempo faz parte do dia-a-dia de uma considerável parcela da população, gera dependência, causando a médio e longo prazo, problemas cardiovasculares e vários tipos de cânceres. Os alcoólicos, que conquistam cada vez mais consumidores jovens, têm sido uma das causa principais da violência urbana e dos acidentes de trânsito. O alcoolismo, hoje considerado um problema de saúde, é responsável por uma grande parcela de ocupação dos leitos hospitalares, faltas no ambiente de trabalho, desestrutura familiar, cirrose hepática, câncer e perda da memória.

Lembramos de um dos melhores professores de matemática que tivemos no curso ginasial (primeiro grau). Destacava-se, na época, pela sua rapidez de raciocínio e competência profissional. Era consumidor de bebidas alcoólicas; perdeu o controle e tornou-se alcoólatra. Anos depois o encontramos; ele nos apresentou um problema de matemática de nível ginasial para que resolvêssemos, pois não conseguira resolver. Ao lermos o problema constatamos ser um dos mais elementares. O álcool havia prejudicado sua memória, incapacitando-o para o exercício profissional. Mas não ficou restrito à memória os danos causados pelo álcool; alguns anos depois, com pouco mais de 40 anos, retornava ao plano espiritual, vítima de cirrose hepática.

Após essa exposição superficial, a respeito das drogas lícitas, não podemos deixar passar a oportunidade de tecermos também algumas considerações sobre as drogas alucinógenas ou ilícitas. Estas têm conseqüências mais devastadoras, não apenas pelo seu efeito nocivo na saúde do consumidor, mas também, pela ganância dos traficantes, em luta pelo domínio de áreas de venda.

O mundo tem passado por uma vertiginosa transformação, exigindo de todos, adequações psicológicas e espirituais. Mas é justamente o que não tem acontecido; alguns espíritos imaturos, na sua maioria oriundos de lares desestruturados, sentem-se como peixe fora da água; buscam através das drogas amortecer as angústias que os atormentam. Fogem momentaneamente da realidade, por força do efeito alucinógeno; porém, quando cessa esse efeito, sentem-se mais angustiados, necessitando de repetidas doses que os conduzem inexoravelmente à dependência e à autodestruição; destruição física, destruição moral, destruição de sonhos e da dignidade, porque o usuário torna-se escravo do vício.

Os efeitos das drogas não se restringem apenas ao corpo físico; a sua ação vigorosa, complementada por astúcia de espíritos perversos, desagrega a personalidade, liberando dos arquivos do subconsciente imagens de dramas vividos em encarnações anteriores. Atingido esse estágio, que na maioria das vezes torna-se irreversível, vem, a seguir, a loucura ou a morte.

Ante o exposto, que representa o drama vivido pelo dependente de drogas enquanto encarnado, é oportuno lembrarmos, que ele não termina com a morte. As desarmonias causadas na tessitura perispiritual e a dependência (necessidade da droga) lhe causarão muitos transtornos, até que se reabilite com as leis da vida, o que se dará através de outras oportunidades reencarnatórias.

Portanto não encontramos motivos para interpretar que o uso de drogas proporcione prazer, quando na realidade é fonte de sofrimento e destruição.

Obra consultada: As drogas e suas conseqüências – Editora Espírita Cristã Fonte Viva. Autores: Celso Martins, José Alberto Pastana, Luiz Carlos Formiga, Oswaldo Moraes de Andrade, Roberto Silveira.


Fonte: Luz Espírita

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Livro de Angelina!!


Queridos internautas...

tenho psicografado um livro do espírito Angelina, no qual ela discorre sobre temas de suma importância para encontrarmos a felicidade...

a cada capitulo psicografado as lágrimas vêm aos olhos... são palavras de amor e aconselhamento, para todos nós que de uma forma ou de outras nos sintonizamos como filhos de seu coração amoroso.

peço a todos as preces intercessórias para que seja publicado o mais breve possível, para que mais outros tenham acesso as suas sábias palavras...

confio-os aos cuidados do amor de Angelina, na pessoa de Cristo Jesus e os guias espirituais da terra.

abraço no coração.

Márcio Alves (médium)

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Sai Baba fala sobre 2012

Ouviu falar de 2012 como um ano em que algo ocorrerá?
Bom, por um lado existem várias profecias que indicam esta data como um momento importante da história da humanidade, mas a mais significativa é o término do calendário Maya, cuja profecia foi interpretada de várias formas. Os mais negativos pensam que nesse ano o mundo termina, mas isto não é real, pois sabemos que neste ano começa a Era de Aquário. Na verdade este planeta está sempre mudando a sua vibração, e estas mudanças intensificaram-se desde 1898, levando a um período de 20 anos de alterações dos pólos magnéticos que não ocorriam há milhares de anos. Quando ocorre uma mudança do magnetismo da terra, surge também uma mudança consciencial, assim como uma adaptação física à nova vibração. Estas alterações não acontecem apenas no nosso planeta, mas em todo o universo, como a ciência atual tem comprovado.

Informe-se sobre as mudanças das tempestades solares (que são tempestades magnéticas) e perceberá que os cientistas estão a par destes assuntos. Ou pergunte a um piloto aviador sobre o deslocamento dos pólos magnéticos, já que todos os aeroportos foram obrigados a modificar os seus instrumentos nos últimos anos. Esta alteração magnética se manifesta como um aumento da luz, um aumento da vibração planetária.

Para entender mais facilmente esta questão, é preciso saber que a vibração planetária é afetada e intensificada pela consciência de todos os seres humanos. Cada pensamento, cada emoção, cada ser que desperta para a consciência de Deus, eleva a vibração do planeta. Isto pode parecer um paradoxo, uma vez que vemos muito ódio e miséria ao nosso redor, mas é assim mesmo.

Venho dizendo em mensagens anteriores que cada um escolhe onde colocar a sua atenção. Só vê a escuridão aqueles que estão focados no drama, na dor, e na injustiça. Aquele que não consegue ver o avanço espiritual da humanidade, não tem colocado a sua atenção nesse aspecto.

Porém se liberar sua mente do negativo, abrirá um espaço onde sua essência divina pode manifestar-se, e isto certamente trará o foco para o que ocorre de fato neste momento com o planeta e a humanidade. “Estamos elevando a nossa consciência como jamais o fizemos”.

Como assim? Não percebe a escuridão?
Vejo-a sim, mas não me identifico com ela, não a temo. Como posso temer a escuridão se vejo a luz tão claramente? Claro que entendo aqueles que a temem, porque também fiquei parado nesse lugar onde apenas via o mal. E por esta razão sinto amor por tudo isso.

A escuridão não é uma força que obriga a viver com mais ruindade ou com mais ódio. Não é uma força que se opõe à luz. É ausência da luz. Não é possível invadir a luz com a escuridão, porque não é assim que o principio da luz funciona. O medo, o drama, a injustiça, o ódio, a infelicidade, só existem em estados de penumbra, porque não podemos ver o contexto total da nossa vida. A única forma de ver a partir da luz é por meio da fé. Assim que aumentamos a nossa freqüência vibracional (estado de consciência), podemos olhar para a escuridão e entender plenamente o que vivemos.

Mas como pode afirmar tudo isso, se no mundo existe cada vez mais maldade?
Não há mais maldade, o que há é mais luz, e é sobre isso que falo agora.

Imagine que você tem um quarto, ou uma despensa, onde guarda suas coisas, iluminado por uma lâmpada de 40W. Se trocar para uma lâmpada de 100W, verá muita desordem e um tipo de sujeira que você nem imaginava que tinha naquele local. A sociedade está mais iluminada. Isto é o que está acontecendo. E isto faz com que muitas pessoas que lêem estas afirmações as considerem loucura.

Percebeu que hoje em dia as mentiras e ilusões são percebidas cada vez mais rapidamente? Bom, também está mais rápido alcançar o entendimento de Deus e compreender a forma como a vida se organiza. Esta nova vibração do planeta tem tornado as pessoas nervosas, depressivas e doentes. Isto porque, para poder receber mais luz, as pessoas precisam mudar física e mentalmente. Devem organizar seus quartos de despejo, porque sua consciência cada dia receberá mais luz. E por mais que desejem evitar, precisarão arregaçar as mangas e começar a limpeza, ou terão que viver no meio da sujeira.

Esta mudança provoca dores físicas nos ossos, que os médicos não conseguem resolver, já que não provem de uma doença que possa ser diagnosticada. Dirão que é causado pelo estresse. Porém isto não é real. São apenas emoções negativas acumuladas, medos e angústias, todo o pó e sujeira de anos que agora precisa ser limpo.

Algumas noites as pessoas acordarão e não conseguirão dormir por algum tempo. Não se preocupem. Leiam um livro, meditem, assistam TV. Não imaginem que algo errado ocorre. Você apenas está assimilando a nova vibração planetária. No dia seguinte seu sono ficará normal, e não sentirá falta de dormir.

Se não entender este processo, pode ser que as dores se tornem mais intensas e você acabe com um diagnóstico de fibromialgia, um nome que a medicina deu para o tipo de dores que não tem causa visível. Para isto não existe tratamento específico – apenas antidepressivos, que farão com que você perca a oportunidade de mudar sua vida.

Uma vez mais, cada um de nós precisa escolher que tipo de realidade deseja experimentar, porém sabendo que desta vez os dramas serão sentidos com mais intensidade, assim como o amor. Quando aumentamos a intensidade da luz, também aumentamos a intensidade da escuridão, o que explica o aumento de violência irracional nos últimos anos.

Estamos vivendo a melhor época da humanidade desde todos os tempos. Seremos testemunhas e agentes da maior transformação de consciência jamais imaginada.

Informe-se, desperte sua vontade de conhecer estas questões. A ciência sabe que algo está acontecendo, você sabe que algo está acontecendo. Seja um participante ativo. Que estes acontecimentos não o deixem assustado, por não saber do que se trata.

FONTE: Nova Era Agora (Divulgação on line)

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Acreditar em Deus reduz ansiedade e estresse, diz estudo.

Pesquisa mostra que pessoas religiosas se incomodam menos com erros.

Acreditar em Deus pode ajudar a acabar com a ansiedade e reduzir o estresse, segundo um estudo da Universidade de Toronto, no Canadá. A pesquisa, publicada na revista "Psychological Science", envolveu a comparação das reações cerebrais em pessoas de diferentes religiões e em ateus, quando submetidos a uma série de testes.

Segundo os cientistas, quanto mais fé os voluntários tinham, mais tranquilos eles se mostravam diante das tarefas, mesmo quando cometiam erros.

Os pesquisadores afirmam que os participantes que obtiveram melhor resultado nos testes não eram fundamentalistas, mas acreditavam que "Deus deu sentido a suas vidas".

Comparados com os ateus, eles mostraram menos atividade no chamado córtex cingulado anterior, a área do cérebro que ajuda a modificar o comportamento ao sinalizar quando são necessários mais atenção e controle, geralmente como resultado de algum acontecimento que produz ansiedade, como cometer um erro.

"Esta parte do cérebro é como um alarme que toca quando uma pessoa comete um erro ou se sente insegura", disse Michael Inzlicht, professor de psicologia e coordenador da pesquisa. "Os voluntários religiosos ou que simplesmente acreditavam em Deus mostraram muito menos atividade nesta região. Eles são muito menos ansiosos e se sentem menos estressados quando cometem um erro."

O cientista, no entanto, lembra que a ansiedade é "uma faca de dois gumes", necessária e útil em algumas situações.

"Claro que a ansiedade pode ser negativa, porque se você sofre repetidamente com o problema, pode ficar paralisado pelo medo", explicou. "Mas ela tem uma função muito útil, que é nos avisar quando estamos fazendo algo errado. Se você não se sentir ansioso com um erro, que ímpeto vai ter para mudar ou melhorar para não voltar a repetir o mesmo erro?".

Os voluntários religiosos eram cristãos, muçulmanos, hinduístas ou budistas.

Grupos ateus argumentaram que o estudo não prova que Deus existe, apenas mostra que ter uma crença é benéfico.

Escrito por Victor Rebelo
Fonte: Revista Cristã de Espiritismo

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Duas brasileiras são parte de estudo sobre reencarnação

Uma diz que morreu atropelada por um trem. A outra, acredita ter sido atingida por bomba na 2ª Guerra. Pesquisadores americanos acreditam que é verdade.

As histórias dessas duas brasileiras fazem parte de um estudo feito por um médico americano, que há 40 anos investiga casos de reencarnação.

Um espírito baixou em Lady Gaga! Esta semana, a rainha do pop anunciou que acha que é a reencarnação de uma tia que era poeta e morreu aos 19 anos de idade. Viria dessa tia a criatividade e o estilo nada comum da cantora? Lady Gaga diz mais: ‘No seu peito batem os dois corações’.

Apesar de não ter comprovação científica, a teoria da reencarnação é estudada pelo médico psiquiatra Jim Tucker, da Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos. Ele dá continuidade à pesquisa iniciada há mais de 30 anos pelo também psiquiatra Ian Stevenson, que morreu em 2007.

Tucker diz que foram estudados 250 casos em todo o mundo. As histórias ganharam projeção internacional ao serem exibidas pela TV inglesa. Os pesquisadores colheram relatos impressionantes, inclusive no Brasil.

“Fizeram alguns testes e perguntaram coisas, bom, até então eu não sabia absolutamente nada da reencarnação da minha tia”, conta Yvone Martha, corretora de imóveis.

A tia de Yvone morreu durante a Segunda Guerra Mundial. Ela foi atingida na nuca por estilhaços de uma bomba em Viena, na Áustria. “Morreu com uma bomba, justamente no local que eu tenho a marca”, explica.

Para os estudiosos, a marca de nascença é um sinal de que Yvone seria a reencarnação da tia-avó. E há outras coincidências: as duas nasceram no mesmo dia: 11 de setembro.

“Eu tinha uns dois anos de idade mais ou menos. Eu dormia com a minha avó e brigava com ela. Eu abria a gaveta e falava: ‘Como você é desordeira e tal’. Aí ela falava: ‘Mas como você fala assim comigo?’. Aí eu falava: ‘Você não me responda, porque eu sou sua irmã mais velha’”, lembra Yvone.

O fato de Yvone, ainda tão pequena, repetir o comportamento da tia-avó, foi mais um indício para os pesquisadores.

Jim Tucker afirma que até os três anos as crianças têm uma janela por onde parecem enxergar fatos de vidas passadas.

Vidas passadas são tema da novela ‘Escrito nas Estrelas’. Cássia Kiss é Francisca, uma mulher que já morreu.

A personagem requer uma entrega diferente da atriz. “Todas as vezes que eu vou gravar uma cena, eu me concentro, eu fecho os olhos. Eu não costumo fazer isto em outros personagens, eu não me lembro de nenhuma vez, fechar os olhos, juntar as minhas mãos e pedir para ser conduzida da melhor maneira possível”, conta a atriz.

A busca espiritual sempre foi uma questão para Cássia. “Eu acredito em reencarnação. Eu já passei por várias crenças. Mas o espiritismo é o que mais me traz conforto.”

A ideia de reencarnação é milenar. Presente no hinduísmo e no budismo, ela foi incorporada por Allan Kardeck, o francês que difundiu o espiritismo.

“Reencarnação é uma crença antiquíssima na humanidade e que significa a transmigração de uma alma. A pessoa morre e reencarna em outro corpo, mas a identidade do ser permanece a mesma”, explica Dora Incontri, coordenadora do Congresso Educação e Espiritualidade.

Uma mulher que mora em São Paulo e não quer se identificar diz ter passado por experiências na vida que a fizeram sentir que ela já morreu e reencarnou.

- Quais foram essas experiências? “Primeiro, uma doença grave que não foi diagnosticada, que teve inicio aos 20 dias de vida”.

Sem explicação, ela ficou curada três meses depois, mas a doença deixou marcas que foram estudadas pela equipe do psiquiatra Ian Stevenson. Na época, ela relatou aos pesquisadores pesadelos constantes com trilhos e uma visão: o momento exato em que foi atropelada por um trem, o que justificaria as marcas.

“Veio assim, pronto e acabado, que eu havia sido colhida por um trem e morrido e agora eu estava de novo, aqui na vida reencarnada”, diz ela.

O psicólogo Jayme Roitman, que investiga fenômenos sobrenaturais, avalia que ainda não há provas suficientes da reencarnação. “Como é difícil para o ser humano dizer ‘não sei’, para os cientistas o exercício da ciência costuma ser mais fácil. Enquanto não têm evidências, eles dizem: ‘Não sei, vamos pesquisar mais’”, observa.

Mas as duas brasileiras estão convictas. “Eu acho que entre nós tem muitos reencarnados, creio eu que você seja uma reencarnação também”, acredita Yvone.

“Eu tenho uma convicção de que a reencarnação é uma lei natural que no futuro talvez se transforme na mais importante lei da Biologia”, afirma a outra mulher.

Fonte: G1 / Fantástico

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Atitudes que minam resistências

Quando certo órgão físico apresenta-se dolorido, fica identificado, com antecedência, que um problema qualquer está surgindo e que é preciso providências. Assim são a dor de dente, a úlcera, a cefaléia, uma articulação enrijecida, dores diversas.


Vejam que não estamos falando em profilaxia, que consiste em examinar-se antes de sentir qualquer sintoma de doença, em inteligente trabalho de prevenção. Estamos nos referindo aos quadros que já mostram a existência  de problemas.

Os males do espírito também se identificam por meio de órgãos enfermos. Não há patologia física, mas apesar de o corpo ainda estar saudável, o inquilino não está cuidando da casa como deveria. A está poluindo e não a mantém dentro dos princípios de higiene.

Sujo o corpo, pelos desequilíbrios, começam os distúrbios do espírito. Assim  é que rapidamente a pessoa começa a ficar insatisfeita com a sua vida. Nada do que ela tem lhe causa prazer. Chega a desagradar-se até do próprio nome, ainda que seja bonito. Olha a vida com óculos negros e o colorido do mundo começa a dissipar-se. Sente-se um abandonado.

Por essa razão, não podemos deixar que cresçam em nós os maus pensamentos. Eles são a negação da fé. Se ao rezar a oração do Pai Nosso concordamos que seja feita a vontade de Deus e não a nossa, temos que confirmar na prática, ainda que essa vontade não coincida com o que esperamos. As doenças físicas são o registro das enfermidades espirituais. Uma vez nascidas na mente, e não nos referimos ao cérebro físico, elas lesam os órgãos do perispírito, os centros de forças, ou chacras como preferem alguns, até chegar aos tecidos e causar lesões. É comum certas pessoas se dirigirem ao médico, em face de dores que as incomodam e, após os exames e as radiografias, o doutor afirmar que elas não têm nada. Na verdade não têm, ainda. Os sintomas estão nas telas fluídicas, duplo etéreo, perispírito, ou em uma ou mais camadas sutis que formam o homem juntamente com o corpo de carne. As enfermidades já nasceram e estão se dirigindo para o corpo, mas seu trajeto pode ser interrompido.

Esta é a razão por que o passe aplicado no centro espírita, que se destina a fortalecer magneticamente o assistido ou equilibrá-lo moral ou psiquicamente, tem sua eficiência. Funciona como um processo de reversão e a doença que já vinha caminhando em direção à matéria física começa a desintegrar-se no caminho até desaparecer. Por isso a medicina do futuro é a psicossomática. O médico que não tratar da alma juntamente com o corpo, está condenado ao fracasso. A afirmativa de que não há doenças, mas doentes, cada dia é melhor compreendida.

Ninguém espere sua obsessão ficar grande para correr no centro em busca de socorro. Observe-se, e toda vez que perceber algo estranho, vá buscar ajuda nessas casas, que são todas filiais ou departamentos da mesma casa matriz de Jesus. E as sementes que fazem nascer as grandes árvores da obsessão, são a sonolência sem razão, irritabilidade, incapacidade de dizer uma prece ou ler um livro edificante, desinteresse pela vida, preguiça, cansaço sem causa que justifique, mania de perfeição, avareza mesmo nas coisas mais miúdas, insistir em ser dono da verdade, queixas insistentes de dores reais ou imaginárias.

Em uma análise do que acima foi mencionado, todos argumentarão que se esses são os sintomas do desequilíbrio espiritual, que nos levam aos processos obsessivos, então a humanidade sofre de obsessão crônica e epidêmica. E se nos perguntassem, responderíamos que sim. Em razão dos valores que o mundo elegeu como básicos, onde o egoísmo ultrapassou os limites do suportável  para uma convivência, não há espírito pisando o chão deste planeta que possa garantir-se sadio.

Esta afirmativa em nada desmerece o homem da Terra, que aqui reencarnou  por ser gêmeo dela. Mas considerando-se a longevidade do espírito, não restrita aos poucos minutos espirituais de uma encarnação, o esforço de melhoramento deve fazer parte das nossas metas. Quem menosprezar as coisas miúdas, taxando-as de insignificantes e secundárias, é sério candidato a perder-se no labirinto de suas próprias aflições.

Por Octávio Caúmo Serrano
(Publicado no Jornal A Voz do Espírito - Edição 89: Janeiro - Fevereiro de 1998)

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Os Bastidores do Livro dos Espíritos

Saiba como um professor de ciências investigou as mensagens dos espíritos para fundar uma religião na Paris do século 19. 

Na sala principal de uma mansão em Paris, um grupo de senhores elegantes observa em silêncio a garota de 14 anos. Julie Baudin está sentada em frente a uma mesa redonda e segura um estranho objeto - uma cesta com um lápis encaixado na borda, que risca letras em espiral. Cada palavra é analisada atentamente por um dos homens. A garota parece não saber por que os adultos olham para ela tão concentrados - volta e meia ela ri e faz algum comentário engraçado. Suas mãos, porém, desenham no papel frases que em poucos meses irão fundar uma religião: o espiritismo. 

Publicado pela primeira vez em 1857, o Livro dos Espíritos foi organizado em cerca de 20 meses pelo professor francês Allan Kardec, que coordenou longas reuniões com médiuns, fazendo perguntas a eles e colhendo respostas que acreditava vir dos espíritos. Dos vários médiuns que contribuíram para o livro, 3 garotas se destacam. Julie e Caroline Baudin, de 15 e 18 anos, e Ruth Japhet, de 20. Organizando as respostas para 501 perguntas sobre o Universo, Kardec criou a doutrina e visão de mundo do espiritismo, fazendo dele muito mais que uma diversão da burguesia parisiense. 

Na época, os fenômenos mediúnicos serviam como passatempo nos salões de Paris, que começava a ganhar ares cosmopolitas. A partir de 1850, a cidade passou por uma grande reforma. Ruelas medievais e casebres deram lugar a avenidas largas e bulevares que convergiam no Arco do Triunfo, símbolo da força da modernidade e da nova burguesia francesa. Com novos parques, a cidade se preparava para virar o século como a Cidade das Luzes. Era tempo de revolução industrial e descobertas científicas, que tornavam o homem capaz de explicar e interferir nos fenômenos ao seu redor. Ou em quase todos. 

Porque no meio de toda essa modernidade, as mesas girantes eram uma febre que assolava a Paris de 1850. Eram comuns as reuniões em salões culturais ou mansões de senhoras da sociedade, nos quais as pessoas iam para girar mesas apenas com o poder da concentração. "Toda a Europa tem o espírito voltado para uma experiência que consiste em fazer girar uma mesa", afirmou o jornal L'Illustration do dia 14 de maio de 1853. "Ide por aqui, ide por ali, nos grandes salões, nas mais humildes mansardas, no atelier do pintor - e vereis pessoas gravemente assentadas em torno de uma mesa vazia, que elas contemplam à semelhança daqueles crentes que passam a vida a olhar seus umbigos." Nas reuniões, havia poetas, intelectuais e nobres. O poeta Victor Hugo era freqüentador assíduo das reuniões e chegou a escrever que "negar a atenção a que tem direito o espiritismo é desviar a atenção da verdade". 

Numa noite de maio de 1855, a reunião das mesas girantes aconteceu na casa de uma senhora chamada Plainemaison. Uma das pessoas que compareceu à reunião foi Hippolyte Léon Denizard Rivail, um professor de ciências de 50 anos. Mais tarde, ele contaria como a visita o deixou impressionado. As mesas, segundo ele, não só giravam como batiam no chão e se moviam "em condições que não deixam margem a qualquer dúvida". A reunião na casa da sra. Plainemaison deixou Rivail aturdido. "Entrevi naquelas aparentes futilidades, no passatempo que faziam daqueles fenômenos, qualquer coisa de sério, como que a revelação de uma nova lei, que tomei a mim investigar a fundo", escreveria o professor, anos depois. 

Começam as sessões

Rivail passou meses observando o fenômeno naquela e em outras casas da cidade, como a dos Boudin, que tinham duas filhas que acreditavam ser médiuns. O mais estarrecedor era que as mesas pareciam não só rodar como também falar. Isso mesmo: pareciam indicar letras com pancadas no chão e, quando interrogadas, moviam-se para a direita ou esquerda, tentando comunicar "sim" ou "não". "Se as pessoas viam o fenômeno como uma diversão, Rivail ia às reuniões de mesas girantes como um cientista. Fazia perguntas sérias e anotava as respostas que obtinha", diz o médium e jornalista Jorge Rizzini. Em abril de 1856, 11 meses depois da primeira visita a uma daquelas reuniões, a mensagem da mesa perturbou ainda mais aquele professor de ciências. Um espírito teria escolhido Rivail para reunir e publicar os ensinamentos que ele obtinha nas mesas. Rivail não acreditou e pediu que o espírito repetisse a mensagem. "Confirmo o que foi dito, mas recomendo discrição, se quiser se sair bem. Tomará mais tarde conhecimento de coisas que agora o surpreendem", foi a mensagem que ele recebeu como resposta. 

Assim o trabalho começou. Todas as terças-feiras, Rivail freqüentava a casa da senhora Boudin. Julie, a moça de 14 anos, e sua irmã Caroline, de 16, psicografaram quase todas as questões do Livro dos Espíritos. Como a identidade das duas foi mantida em segredo por muitos anos, sabe-se pouco sobre elas. O que se sabe é que Julie era uma médium passiva, inconsciente do que escrevia. Somente achava divertido as pessoas lhe darem tanta importância. As reuniões, dirigidas pelos pais delas, não eram secretas, mas restritas a poucos convidados. Para escrever as mensagens, Julie e Caroline usavam uma cesta-de-bico, feita de vime, com 15 a 20 centímetros de diâmetro e uma espécie de bico com um lápis na ponta. "Pondo o médium os dedos na borda da cesta, o aparelho todo se agita e o lápis começa a escrever", contou Kardec em O Livro dos Médiuns. Com o tempo, as garotas passaram a usar a psicografia direta, mesmo método usado mais tarde pelo brasileiro Chico Xavier. 

Diante delas, Rivail fazia perguntas que nós, mortais, sempre quisemos fazer a quem passa pela morte e volta para contar. A 4ª pergunta do Livro dos Espíritos, por exemplo, é "Poderíamos dizer que Deus é infinito?" E a resposta: "Definição incompleta. Pobreza da linguagem dos homens, insuficiente para definir coisas acima de sua inteligência". A 150ª é "A alma, após a morte, conserva sua individualidade? Sim, nunca a perde. O que seria ela se não a conservasse?" 

As respostas que Caroline e Julie psicografavam eram revistas, analisadas e muitas vezes comparadas a outras mensagens. Na fase de revisão, a médium que mais contribuiu foi Ruth Japhet, uma médium sonâmbula que tinha mais de 50 cadernos com mensagens que psicografava à noite. Para Rivail, a revisão era necessária, primeiro, por causa da dificuldade em se entender o que os espíritos diziam. Segundo, porque, para ele, os espíritos não eram donos de toda a sabedoria do Universo. "Um dos primeiros resultados das minhas observações foi que os espíritos, não sendo senão as almas dos homens, não tinham nem a soberana sabedoria nem a soberana ciência; que seu saber era limitado ao grau de adiantamento; e que a opinião deles não tinha senão o valor de uma opinião pessoal", escreveu ele em O Livro dos Médiuns. Por isso, Kardec afirmava que muitas mensagens de entidades eram ignoradas, ou por terem gracejos ofensivos ou por não fazerem sentido. Também por esse motivo, quanto mais médiuns participassem da composição do livro, melhor. Segundo ele, mais de 10 deles contribuíram na 1ª edição da obra. 

Quando Rivail acabou de editar as perguntas, surgiu um problema: qual seria o título e quem deveria assinar a obra? Como não se considerava autor, e sim um organizador, deu o nome óbvio: O Livro dos Espíritos. Mas alguém precisava assiná-lo. "Rivail consultou os espíritos e uma entidade deu a ele o nome de Allan Kardec, porque esse tinha sido o nome que ele teve numa vida passada, como um sacerdote druida." Assim surgiu o nome do pai do espiritismo. 

Em 18 de abril de 1857, os primeiros exemplares sairiam da Tipografia de Beau, em Saint-Germain-en-Laye, cidade vizinha a Paris. O livro rapidamente correu o mundo e criou polêmica, provocando protestos de padres e cientistas céticos, mas atraindo a atenção de outros médiuns, que entraram em contato com Kardec. O pai do espiritismo viu que seu trabalho ainda não estava terminado. Eram tantas novas revelações que ele decidiu revisar mais uma vez e estender o livro. A 2ª edição, definitiva, contém 1 019 perguntas. A última delas é "O reino do bem poderá um dia realizar-se na Terra?" Parte da resposta é: "O bem reinará na Terra quando, entre os espíritos que vêm habitá-la, os bons predominarem sobre os maus; então eles farão reinar na Terra o amor e a justiça, que são a fonte do bem e da felicidade". Estava criado o livro e, com ele, uma nova religião para os homens.

Por Artur Fonseca
Fonte: Revista Superinteressante

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Como Fazer o Evangelho no Lar

Marque um dia e um horário apropriado para fazer o Evangelho no Lar junto com seus familiares.

Realize o Evangelho sempre um dia por semana, no mesmo horário e comece desde já.

Não o prolongue muito, entre 15 a 20 minutos, é tempo suficiente.

Inicie com uma simples e espontânea prece, buscando paz interior, sintonizando-nos com o Plano Maior.

Abrindo o Evangelho Segundo o Espiritismo ao acaso, faça a leitura de um pequeno trecho do Evangelho, com voz normal, claramente, para que todos possam entender e comentar.

Logo após, inicie um breve comentário a respeito da leitura, solicitando que cada um exponha o que entendeu da leitura, com simplicidade, sem fugir do assunto e sem nenhuma obrigatoriedade.

O ponto culminante da reunião, é o momento de Irradiações e Vibração, onde passamos para a condição de doadores. Vibrando através do bom pensamento, uma palavra de carinho, um sentimento de bem que enviamos à outros, é caridade.

A importância dessa doação, está na vontade firme e sincera de querer ajudar, no amor aos semelhantes e no poder de fé e na confiança da ajuda do Alto.

Enquanto uma prece é pronunciada por um dos participantes, expressando a vontade e pedindo auxílio aos necessitados, os outros, em pensamento, vão envolvendo mentalmente, neste clima radiante, as pessoas que são mencionadas.

Ao final do Evangelho, faça uma prece simples e expontânea, agradecendo ao Plano Superior e aos Amigos Espirituais que deram sustentação ao Evangelho no Lar, num clima de paz, amor e harmonia.

Fonte: Luz Espírita

quinta-feira, 30 de julho de 2009

O Espaço e o Tempo

Por Jorge Medeiros

"OS ESPÍRITOS ESTÃO EM DIMENSÃO MAIS ALTA QUE A NOSSA, NÓS NÃO OS VEMOS, MAS A ALMA VÊ."

Define-se espaço como: extensão superficial limitada, extensão indefinida, distância entre dois pontos, etc. .. Mas se o espaço for a distancia entre dois pontos, o que será que transcende esse limite? Logo a distância entre dois pontos ou dois corpos é nada mais que uma região do espaço, isto é, uma parte infinitesimai do espaço.

Extensão superficial limitada também não, já que toda distância, extensões possíveis e imagináveis formam regiões no espaço, dado o caráter de possibilidades infinitas de criações. Como definir espaço, então?

Sabemos que todas as coisas estão inseridas no espaço, isso nos induz a sofismar que espaço seria o Universo; mas se assim procedermos, poderemos cair nos mesmos erros dos cientistas que definiram o átomo (o elemento indivisível) como as "moléculas" em que trabalhavam,já que o átomo nada mais é que uma molécula formada de outras partículas menores, definido por Kardec em A Gênese, que também são formadas de partículas menores, verificando mais tarde essas sendo divisíveis, pois podem existir outros Universos, como nos diz Allan Kardec na Revista Espírita de 1869. Logo, o somatório desses Universos é que seria o verdadeiro UNIVERSO. Como definir, então? Arriscamos a designar por definição sendo espaço: onde existe tudo o que foi criado. Notem que não usei a expressão "lugar onde", já que lugar também remete à noção de região. Como, assim? É porque todas as coisas têm que estar no espaço, visto que o espaço é uma criação de Deus. Ora, o nada não existe. O espaço, nós designamos por espaço universal e as outras definições por regiões do espaço ou "locais".

O espaço por definição é infinito, pois que a criação de Deus é infinita, e também para abranger todas as coisas e criações espirituais, isto é, de todos os Espíritos, independente do grau evolutivo. Deus também está no espaço, pois que preenche todas as coisas, logo Deus é imóvel, isto é, não há um local em que Deus não esteja; o UNIVERSO é pleno Dele! Daí tiramos outra conclusão: não existe no universo a treva absoluta, já que Ele está em todo lugar e Ele é luz; ninguém está sozinho; por mais baixo que o ser humano possa descer às trevas interiores, existe sempre Deus com ele.

Os Espíritos estão em uma dimensão acima da nossa, não os vemos com olhos, só os sentimos, mas a alma vê, pois nosso psiquismo pleno abarca todas as dimensões (a centelha divina), já que vibra no padrão divino e quanto mais evoluímos mais capacidade temos de varar as dimensões, por isso no mundo da verdade, o plano espiritual, existem várias regiões para diferentes categorias de Espíritos.

Quando eles intervém em nossa dimensão, podem eles até retirar ou arrebatar objetos para si e colocar em outro lugar, conhecido como fenômeno de transporte (O Livro dos Médiuns cap. V itens 96 ao 99), mas também todas as dimensões estão contidas no espaço, quanto mais se livra dos pesares da matéria, téria mais capacidade tem o ser de superar esses limites dimensionais, se bem que a diferença entre alguns Espíritos é uma questão de densidade e peso específico.
O tempo: a melhor definição de tempo É a do Espírito Galileu em A Gênese, os milagres as predições segundo o Espiritismo, da Allan Kardec, que diz ser o tempo a sucessão das coisas. Mas quando nasceu o tempo? Quando corneçou a existir?

O espaço e o tempo estão ligados entre si, dai Einstein se ver obrigado a colocar em suas equaações o tempo como uma variável a mais. Não se pode desvincular o tempo do espaço, pois que nós estamos ligados sobremaneira à matéria.

O tempo existe desde que exista espaço, pois que tempo é a sucessão de coisas criadas, que só podem existir no espaço universal. Então nos perguntamos: E Deus? Deus é atemporal, isto é, não está sujeito ao tempo e nem ao espaço, existe antes desses dois, Deus existe por ele mesmo, antes do espaço e do tempo existe O Criador, Deus soberano, mas Deus também está na sua criação em todo lugar, por isso, um dos atributos de Deus é ser imóvel! Definição de Parmênides; filósofo-540 a. c., e depois confirmado pelo espírito Erasto, na Revista Espírita de março de 1864. Em nosso estágio o tempo é uma consequência meramente material, dada a nossa materialidade, nossa mente está "presa nas sucessões de coisas materiais",donde vem a noção imperfeita de ser o tempo uma coisa material, apesal de não ser matéria, e não conseguirmos entender o SER incriado.

A mente perfeita transcende as sucessões materiais, logo transcende nossa noção de tempo, os superiores mais acima da matéria superam as dificuldades da matéria e logo unem o passado, o presente e em muitos casos o futuro, que consiste nas consequências naturais, mas nunca chegam a transcender todo espaço e o tempo, já que só é possível a Deus, o incriado, sempiterno, imóvel, imanente e transcendente. Vide Jesus: "quanto aquele dia e aquela hora, ninguém o sabe, nem os anjos do céu, nem o filho, só o Pai" Matheus 24vv36. Logo o tempo existe desde sempre !
É redundante? Desde quando isto existe? Por definição, desde sempe, já que só poderíamos conceber Deus trabalhando ! Nunca inativo. Estas definições se perdem num axioma que se eleva acima das alturas do filho de Deus. As almas presas na matéria sofrem com a dificuldade de se apossar do seu passado, como nos romances espíritas.

Para nós começarmos a tentar entender essas coisas podemos começar a fazer um exercício com a imaginação, quem está preso em uma espécie de labirinto não pode sair dele, só ir para frente ou para trás, mas quem está em uma dimensão acima vê esse individuo, consegue prever seus movimentos e suas consequências e até estando no espaço superar num instante as distâncias, ver, atuar à crente desse outro; quem está numa dimensão acima prevê o futuro, em aiguns casos inspirados pelo absoluto supremo.

Quando se estuda a matéria pela matéria pode-se encontrar algumas anomalias como os efeitos relativísticos da dilatação e contração do espaço e do tempo, já que esses são reflexo de quem observa apenas do ponto de vista material. Um trem que passa com uma velocidade perto ou igual a da luz, nós percebemos como se ele fossse menor do que é, mas isso é um efeito, o trem não mudou sua estrutura, mas nós é que interpretamos assim, dado aos nossos sentidos acanhados e todos os efeitos materiais. Como o paradoxo dos gêmeos, que diz que se um dos gêmeos viajasse na velocidaade da luz a uma região remota e voltasse, ao final da viagem um deles estaria mais velho que o outro, que por si só é um absurdo, uma anomalia da interpretação puramente material, principalmente sabendo que essa hipótese por si já nega o primeiro postulado relativístico, já que é uma situação em que o referencial é não inercial. No mais, só os purificados no amor têm a capacidade de transpor as dimensões e por antecipação nos revelar o futuro distante, para a nossa felicidade!

Fonte: Jornal Espírita - Janeiro/09

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